quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

A Democracia Participativa ...



A democracia participativa é uma forma de exercício do poder, baseada na participação dos cidadãos nas tomadas de decisão política. Atravessamos grande parte do século XX, acreditando que a forma Representativa era um modelo ideal para os cidadãos, que assegura a liberdade e igualdade de todos, que isso seria o verdadeiro conceito de democracia, mas passados quase cem anos, chega-se ao fim do século XX e acredita-se numa crise existente nesse modelo de Democracia.
Os representantes já não conseguem mais identificar e atender demandas da sociedade. A população tem se organizado melhor em torno de infinitas questões, e conquistando melhor o espaço público e essa população tem cobrado de maneira mais efetiva de seus representantes. As exigências vêm se tornando mais complexas e fica evidente a necessidade da participação em conjunto entre representantes e representados.
O conceito de democracia sofre então uma nova reviravolta em sua trajetória. É preciso considerar que a democracia representativa já não responde mais as demandas da sociedade e a democracia direta parece impossível. E como síntese para a resposta dessa crise começa a se formar o conceito de democracia participativa, tendo características da forma semidireta, por não desconsiderar seus representantes, mas aproximando os representados na arena política. E conforme alguns teóricos afirmam que a democracia participativa se configura entre a direta e representativa.

‪#‎redeconsciente‬

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Resgatar e Fortalecer a Democracia ...



Os Conselhos de Participação Popular são formas de resgatar e fortalecer a democracia e não de enfraquecê-la. Toda forma de consulta popular fortalece a democracia, dá mais consistência às decisões dos governos, permite ao povo se pronunciar não somente através do processo eleitoral, mas mediante seus pronunciamentos sobre medidas concretas dos governos.
Quem tem medo da participação popular é quem consegue neutralizar o poder da democracia mediante sua perversão pelo poder do dinheiro, do monopólio privado e manipulador da mídia. Tem medo os que se apropriam dos partidos como máquinas eleitorais e de chantagem política para obtenção de cargos, de favores e de benefícios.

#redeconsciente

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Respeito a Sociedade ...



A Política parece cada vez mais associada ao desvio de conduta e de dinheiro público, à mentira e à falta de empenho em cumprir a palavra dada. Penso que a classe política tem muitos erros, que poderão ser corrigidos ou evitados na medida em que os cidadãos analisarem melhor as suas escolhas. Muita coisa deverá melhorar também no dia em que as pessoas realmente comprometidas com a melhoria da qualidade de vida da população obtiverem o apoio da maioria dos eleitores. Max Weber afirmou que existem apenas dois tipos de políticos: os que priorizam os seus próprios interesses e aqueles que, de fato, defendem os interesses coletivos da comunidade. Os primeiros se envolvem em corrupção e outras práticas espúrias para chegar ao poder e se dar bem. Os demais são capazes de se sacrificar pelo bem comum, abrem mão de vantagens e evitam as “facilidades” que grupos poderosos lhes oferecem. É difícil para a população distinguir os políticos sérios daqueles que “enganam”. Na realidade, os que gostam de ludibriar podem levar vantagens em cima de quem trabalha duro pela melhoria das condições de vida do povo. É um jogo sujo, cheio de trapaças, que até confunde as pessoas de boa fé. Mais ou menos como na novela das oito, “Insensato Coração”, em que, por alguns capítulos, a bela “Marina Drummond” chegou a abandonar seu noivo, enganada pelo próprio cunhado, até descobrir que havia sido vítima de uma terrível “armação”. Essas coisas também acontecem na vida real. Há mentiras e fraudes nas empresas e em todos os meios sociais, inclusive o meio político. Como se diz, faz parte da vida! Felizmente o nível de maldade dessas armações raramente é idêntico ao da novela, mas é preciso estar muito atento! Para mim, o poder não justifica qualquer meio, porque para tudo deve haver limites. Sei que nenhum de nós é perfeito. Afinal, somos humanos! Mas temos o dever de buscar evitar os erros, corrigir as falhas e respeitar a sociedade!

#redeconsciente

Respeito e Cidadania ...



Somente com a legítima liberdade de expressão, pluralidade de informação, respeito a cidadania, e permanente vigilância contra as tentativas de cercear o Estado democrático de direito, é que poderemos pensar em transformar Regimes de Força, em Regimes de Direito.

"Paulo Miranda"

#redeconsciente

Participar !!!



A sociedade organizada é a confirmação de um Estado organizado, ao invés de ficarmos criticando e nos de gladiando em relação ao que vem acontecendo em nossa politica, seria muito mais coerente nos organizar e traçar alternativas para uma real mudança, e a mudança começa por nós ...

#redeconsciente

sábado, 5 de dezembro de 2015

Desenvolvimento da Sociedade ...



A gestão participativa é um processo que visa o desenvolvimento da sociedade, sem deixar de lado a participação do indivíduo. Dessa forma, passa a existir verdadeiro compromisso e cumplicidade. O Vereador e os cidadãos dividem responsabilidades, participam do estabelecimento de objetivos e metas, debatem decisões e traçam os rumos da cidade. Prevalece a discussão de idéias, o respeito pela opinião alheia, a aceitação de experiências vivenciadas pelos outros, tudo baseado num diálogo aberto, franco, cristalino. Nessa hora, não pode haver nível hierárquico. Ouça a todos. Dê-se essa oportunidade e se surpreenda com as contribuições.

#redeconsciente

Participação popular ...





A participação popular é a soberania do povo em ação, sua expressão concreta; é o efetivo exercício do poder político pelo seu titular. Como tal, é inerente e indispensável à democracia contemporânea.
Em uma breve retrospectiva histórica destinada a melhor compreender sua função na organização política atual bem como sua inserção no modelo contemporâneo de Estado, cumpre referir que foi após a segunda guerra mundial que a participação popular ganhou crescente relevo. Os abusos cometidos pelos regimes totalitários e os horrores da guerra empreendida para barrar a ameaça contra a humanidade que eles representavam fizeram com que os Estados-membros da recém-criada Organização das Nações Unidas percebessem a absoluta incompatibilidade daqueles regimes com a proteção e efetivação dos direitos humanos fundamentais e puseram em destaque as inúmeras vantagens da democracia para alcançar tal desiderato. Como resultado dessa percepção, no ano de 1948, esses Estados, ao proclamarem em Assembléia Geral a Declaração Universal dos Direitos do Homem, consignaram que “Todo o homem tem o direito de tomar parte no governo de seu país diretamente ou por intermédio de representantes livremente escolhidos” (art. 21, item I). Nesse contexto, a participação popular é a “tomada de parte” do(s) cidadão(s) no governo de seu país e funda-se na percepção de que por meio dela melhor se protegem e efetivam os direitos fundamentais; de que ela é o instrumento mais adequado para se assegurar proteção e a efetivação desses direitos.

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Projeto Piloto “Gestão Participativa na Politica”



O Projeto piloto “Gestão Participativa na Politica” constitui-se num método que à sociedade civil e todos os interessados tenham a possibilidade de influenciar no processo politico e nas tomadas de decisões, de participar democraticamente e defender seus pontos de vista sobre investimentos e outras ações, afinal é o cidadão quem elege seus representantes e por sua vez, é o maior interessado.
O objetivo do projeto piloto “Gestão Participativa na Politica” é eleger um Vereador ou mais, independente de sigla partidária (Partido) e os mesmos legislarem junto aos seus eleitores, formando assim uma parceria “cidadão/vereador”, acredito que desta forma possamos iniciar uma nova etapa nas questões politicas, e tendo o Vereador eleito pelo grupo, cria-se um vinculo de responsabilidades e apoio, numa via de mão dupla.
A escolha dos pré-candidatos será feita em momento oportuno, afinal a ideia inicial é agregar amigos e simpatizantes à causa, inclusive acatando ideias e sugestões de todos, pois juntos podemos sim fazer a diferença.
Se arrumarmos nossa cidade, podemos arrumar nosso país!
Só depende de nos pautarmos mais pelo que nos une, do que pelo que nos divide.

#redeconsciente

Moralização da política ou ética na política ? ...



Estamos todos cientes de que a política brasileira precisa passar por mudanças sérias para encontrar a sua verdadeira essência, o objetivo da democracia, há tempos esquecido.
Essas mudanças devem, por certo, passar pela reflexão acerca das regras que devem reger os comportamentos daqueles direta ou indiretamente estão com ela envolvidos. Mas o que realmente está faltando: moral ou ética?
Ética tem origem na palavra grega ethos, que significa modo de ser. Já a palavra moral vem do latim morale, que quer dizer costumes. Assim, enquanto a ética tem a ver com julgamento quanto à retidão de comportamentos, a moral pressupõe regras de ação e imperativos materializados. A moral é normativa e
antecede aos atos. A ética parte de situações concretas, de fatos e pressupõe a existência de moral. A verdade é que a exigência de ética na política expressa o desejo de sua moralização.
O que estamos assistindo é a política totalmente desprovida de moral (regras de comportamentos) e de ética (juízo de valoração comportamental). Isso porque a própria sociedade tem agido assim. Por vezes, preferimos encarar os fatos que nos são propostos como realidades imutáveis ou que nada têm
a ver com nossas vidas.
Existe espaço para a moralização da política e para a cobrança de parlamentares. Contudo, viver em democracia tem seu preço, e este envolve participação social contínua e cobrança.
Moral e ética na política pressupõe a moralização e a preocupação ética na própria sociedade e com a própria sociedade.A moralização da política começa por nós mesmos.

Participação ativa ...



O cidadão é o indivíduo que tem consciência de seus direitos e deveres e participa ativamente de todas as questões da sociedade. Um cidadão com sentido ético forte e consciência de cidadania não abre mão desse poder de participação.
Os direitos não são mais importantes que os deveres e vice-versa. As duas faces da moeda são de igual importância, sendo inseparáveis uma da outra. Não há direito sem um dever correspondente e vice-versa.
A participação ativa dos cidadãos em tudo o que diga respeito à sua comunidade é tanto um direito quanto um dever. Os cidadãos não devem omitir-se e nem permitir que alguém lhes impeça o direito de participar. Essa participação deve ser ativa, apresentando sugestões, críticas e também oferecendo-se para colaborar com outros que já estavam atuando anteriormente. Não deve haver personalismos, mas sim participação que vise o bem comum, o progresso de todos.
A consciência de cidadania é a mais importante realização que um povo pode alcançar, não necessariamente decorrente da mera instrução acadêmica, mas sim resultado da maturidade do ser humano.

#redeconsciente